
“Um dos dias mais feliz da vida dela, porque ela não estava mais sentindo dor”: foi assim que Lidiane Laborda dos Santos, de Porto Velho, descreveu o momento em que a filha, Sophia, de 12 anos, percebeu que a vida poderia voltar ao normal depois da cirurgia. Por mais de dois anos, a família acompanhou a evolução de uma escoliose que chegou a 52 graus, provocando dores e limitando a rotina da menina.



































