
“O mais engraçado é que meu avô constantemente vendia fiado para as pessoas, pois não gostava de deixar ninguém com fome, mas também constantemente levava vários calotes. Há alguns meses, ele estava na janela de casa olhando o movimento quando um senhor, que devia ter mais ou menos uns 70 anos, o parou e disse que comia muito no bar dele, mas não conseguiu pagar a última refeição. Ele então tirou umas notas do bolso e pagou meu avô o calote atrasado”, divertiu-se a neta ao contar.



































