
Na decisão, assinada pelo juiz Ricardo Ferreira Leite, a Justiça fixou prazos para que a empresa regularize o atendimento emergencial sem cobrança de custos extras. Em até 12 horas, a concessionária deve assegurar o fornecimento alternativo e gratuito de água potável para unidades essenciais, como escolas, creches, abrigos e postos de saúde.




































