
Foi justamente dentro da faculdade de direito que questões da infância de Vercilene voltaram a aparecer. Ela estranhava o conceito de propriedade que encontrava nos livros, porque era diferente da relação com a terra que ela conhecia desde criança no território Kalunga. Uma inquietação que, anos depois, ajudaria a definir o rumo da vida acadêmica dela.



































