
O projeto total está previsto para fazer parte do chamado Arco Norte, um conjunto de hidrovias, ferrovias e estradas, que movimentou 58,6 milhões de toneladas de produtos em 2025 na Amazônia. Por isso, o setor produtivo e o governo federal defendem a hidrovia para melhorar o escoamento de commodities, especialmente mantendo o fluxo de soja e gado em períodos de seca.



































