“No início, interpretava músicas de que gostava. Com o tempo, percebi que havia poucas traduções em Libras das músicas que representam nossa identidade cultural. Foi então que decidi voltar meu olhar para a Música Popular Amapaense, para o Marabaixo e para artistas da região. Sempre penso que compartilhamos o mesmo espaço, a mesma cidade e a mesma cultura. As pessoas surdas também fazem parte dessa realidade, mas muitas vezes não conseguem acessar essas produções porque não estão disponíveis em Libras”, contou.

















