
Segundo a investigação, os dois são suspeitos de comandar uma organização criminosa armada, que usaria uma rede de postos de combustíveis no Rio para lavagem de dinheiro. Na decisão assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, Márcio Canella é apontado como patrono político e articulador de alto escalão da organização criminosa, exercendo papel de ligação entre os integrantes do núcleo econômico, agentes públicos e estruturas políticas. E, de acordo com a PF, ele mantinha relações com milícias e o Comando Vermelho.



































