
De acordo com o juiz, Salles afirmou que Prado e seu suplente eram “ambos investigados por desvio e problemas de contas na parte de merenda escolar” e relacionou o caso a uma apuração do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) por “crime organizado, de desvio de dinheiro, de emendas e também de merenda escolar”.



































